
Área do cérebro de roedor agora associada à caça
2017 · 28m
Synopsis
Experimentos mostram que área do cérebro antes relacionada ao medo faz camundongos caçarem até presas artificiais. O trabalho foi realizado na Universidade de Yale, a partir de linha de pesquisa desenvolvida no Instituto de Ciências Biomédicas da USP. Ivan Araujo, de Yale, Newton Canteras e Simone Motta, do ICB falam sobre a pesquisa publicada na revista Cell de 12 de janeiro. Veja o artigo em:
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Ivan Araujo, nascido no Brasil, é pesquisador do Laboratório John B. Pierce, sediado na Escola de Medicina de Yale. Seu interesse principal é a neurobiologia da alimentação. Nesta entrevista, ele detalha os experimentos relatados no artigo da revista Cell. Reportagem: Tabita Said e Bruna Larotonda. Edição: Alan Petrillo, Tabita Said, Joyce Rossi e Mônica Teixeira. Link do artigo:
Conheça Newton Canteras, neurocientista do ICB pioneiro do estudo do comportamento de caça e de defesa em roedores. Ao lado dele, está Simone Motta, colaboradora do Laboratório de Neuroanatomia Funcional do Departamento de Anatomia do Instituto. Reportagem: Tabita Said e Bruna Larotonda. Edição: Alan Petrillo, Tabita Said, Joyce Rossi e Mônica Teixeira. Link do artigo:
Neurocientistas do Instituto de Ciências Biomédicas da USP e da Yale University mostraram que o comportamento de caçar em camundongos está ligado a uma área do cérebro até então mais associada ao comportamento de medo. Os pesquisadores do ICB têm financiamento Fapesp e CNPq. Reportagem: Tabita Said e Bruna Larotonda. Edição: Alan Petrillo, Tabita Said, Joyce Rossi e Mônica Teixeira. Link do artigo: